Blog Rômulo Lima

Em Bodocó (PE), no Sertão do Araripe,  a prefeitura já definiu a data de inauguração da primeira unidade de Raio X do município: dia 24 de abril (quarta-feira). A unidade foi implantada no Hospital Municipal Eulina Silva Lócio de Alencar, onde acontecerá a solenidade de inauguração, às 18h.
O equipamento, considerado de última geração e de alta precisão, foi adquirido pela Secretaria de Saúde com recursos próprios.

Por Carlos Britto |  Foto: Ascom PMB/divulgação

O Governo de Pernambuco lançou licitação para a construção da Ponte sobre o Rio Pequi, em Bodocó. Nesta quinta-feira (18/4), a Secretaria de Infraestrutura e Recursos Hídricos publicou no Diário Oficial do Estado o edital para a contratação da empresa que executará a obra, orçada em aproximadamente R$ 2,1 milhões, com recursos já garantidos pela administração estadual. A expectativa é que a ação seja finalizada até o final de outubro desse ano. 
 
A nova estrutura terá 60 metros de comprimento por 10,80 metros de largura e será construída em concreto armado. O equipamento contará com duas faixas para veículos, passeio para os pedestres, além de guarda-corpo para garantir a segurança dos transeuntes. Enquanto isso, técnicos e maquinário estarão a postos para garantir a manutenção do desvio utilizado pela população.

A obra de reconstrução começou em outubro do ano passado e encontra-se parada, gerando prejuízos para quem necessita entrar ou sair da cidade.
Ponte Rio Pequi foi demolida e moradores esperam há mais de um ano por reconstrução em Bodocó — Foto: Reprodução/ TV Grande Rio
Moradores esperam há mais de um ano a reconstrução da Ponte Rio Pequi, localizada na PE-545, que liga os municípios pernambucanos de Bodocó e Ouricuri, no Sertão de Pernambuco. A estrutura cedeu, depois que o Rio Pequi transbordou, com a enchente do dia 13 de abril de 2018. A obra de reconstrução começou em outubro do ano passado e encontra-se parada, gerando prejuízos para quem necessita entrar ou sair da cidade.

Um desvio foi construído para a passagem dos veículos. Um ano depois, as placas indicando que não é possível seguir em frente, continuam no mesmo local. O desvio é estreito e bem movimentado. No trecho, já aconteceram acidentes de trânsito e quando chove forte, ninguém pode passar pela via. Inclusive, o desvio já foi interditado em dezembro do ano passado após dias de chuva.

Os motoristas sofrem com a falta da Ponte Rio Pequi e precisam rodar mais de 100 quilômetros para conseguir chegar à cidade. "Quando chove alaga tudo e não passa ninguém. A gente fica ilhado. Nós que temos obrigação de passar, nós passa no nado", disse o agricultor, Sinesio Moreira.

Em outubro de 2018, a obra de reconstrução da ponte teve início e a previsão era que a conclusão ocorresse em seis meses. A ponte antiga já foi demolida, mas no local as obras estão paradas. Não existem operários e nem máquinas.

O desvio ainda deve ser o único acesso por muito tempo. "Isso aqui tem causado prejuízo a gente viu? a manutenção de carro, as vezes a gente passa aqui com a luz piscando, porque o passageiro já vem com medo e teve muitas vezes da gente vir e não passar, de carro ficar atolado aqui", disse o motorista de van, Carlos Carvalho.
Desvio é movimentado e oferece perigo aos motoristas — Foto: Reprodução/ TV Grande Rio
O comércio de Bodocó ainda sofre com os prejuízos. O comerciante Ricardo Jorge está ansioso com a reconstrução da Ponte Rio Pequi. "A ponte que é bom pra gente para aqui para o comércio, para tudo. Para a gente não ficar toda a vida que começa uma chuva, fica com aquele suspense que vai cortar, que não vai. Se a gente está do outro lado, tem que vir ligeiro", revelou a situação.

Segundo a Secretaria de Infraestrutura e Recursos Hídricos do Departamento de Estradas de Rodagem (DER), as obras de recuperação da ponte sobre o Rio Pequi foram paralisadas para ajustes técnicos por solicitação de órgãos de controle. O projeto já foi readequado, mas será necessário fazer uma nova licitação. A previsão agora para a entrega da ponte e outubro desse ano. 

Por G1 Petrolina

Em caso de descumprimento, a prefeitura estará sujeita ao pagamento de uma multa diária no valor de R$ 10 mil, caso não seja feito acordo em audiência de conciliação.
Com o objetivo de fazer cumprir a Lei de Acesso à Informação e da Lei da Transparência, o Ministério Público Federal (MPF) em Salgueiro/Ouricuri ajuizou na quinta-feira (11) uma ação civil pública para que sejam regularizadas pendências no Portal da Transparência de Granito, no Sertão de Pernambuco. A ação é de autoria do procurador da república, Marcos de Jesus.

Segundo o ministério, foram identificadas diversas irregularidades no portal da transparência de Granito, como ausência de informações sobre estrutura organizacional da prefeitura, receitas e despesas, além de procedimentos de licitação. O site também não disponibiliza dados sobre a remuneração dos agentes públicos, ferramenta de pesquisa de conteúdo e serviço de informações ao cidadão, entre outras informações.

Nesta ação, a Justiça Federal determinou que o município promova em 60 dias a implantação correta do Portal da Transparência. Em caso de descumprimento, a prefeitura estará sujeita ao pagamento de uma multa diária no valor de R$ 10 mil, caso não seja feito acordo em audiência de conciliação.

Ao final do processo, o atual prefeito de Granito, João Bosco Alencar, e o ex-prefeito Antônio Carlos Pereira podem ser condenados por danos extrapatrimoniais coletivos a ressarcirem o o valor mínimo de R$ 200 mil aos cofres públicos, cada um. O MPF também defende que a União seja condenada a incluir, no Sistema Auxiliar de Informações para Transferências Voluntárias, ferramenta para monitorar o cumprimento da legislação referente à transparência pelo município.

O MPF busca a regularização da prestação de informações pela Prefeitura de Granito desde 2014. Foram expedidas recomendações, promovidas reuniões e instaurado inquérito civil público. O acesso às informações sob guarda das entidades e órgãos públicos é direito fundamental do cidadão, assim como é dever da Administração Pública torná-las acessíveis.

Por G1 Petrolina

Prefeito Ricardo Ramos foi condenado a 4 anos, 11 meses e 15 dias de prisão no regime semiaberto.
Foto: divulgação
A Justiça Eleitoral de Petrolina, no Sertão de Pernambuco, condenou o prefeito de Ouricuri, também no Sertão, Ricardo Ramos, a 4 anos, 11 meses e 15 dias de prisão no regime semiaberto por transporte irregular de eleitores. 

O crime teria sido cometido durante a campanha eleitoral de 2012, quando o atual prefeito concorreu ao cargo e foi derrotado. O prefeito também terá que pagar multa de 247 salários mínimos.

Além de Ricardo Ramos, outras duas pessoas também foram condenadas no processo. Mesmo com a condenação, Ricardo Ramos continua no cargo de prefeito, já que o atual mandato foi conquistado no pleito de 2016.

De acordo com o processo, no dia 6 de outubro de 2012, na véspera da eleição, a Polícia Rodoviária Federal abordou um ônibus com eleitores de Ouricuri que moravam em Petrolina, sem autorização da Justiça Eleitoral. Em nota, o prefeito afirmou que a condenação é "absurda e desprovida de amparo em provas".

NE10 Interior | Com informações do repórter Marco Aurelio, da Rádio Jornal Petrolina

Devido às fortes chuvas ocorridas no Sertão do Araripe no último final de semana, a Secretaria de Infraestrutura e Recursos Hídricos de Pernambuco, por meio do Departamento de Estradas de Rodagem (DER), teve de alterar o acesso ao município de Bodocó. Segundo o órgão estadual, o tráfego de veículos está acontecendo provisoriamente pela PE-560.

Para garantir a segurança da população, o principal desvio que dá acesso à cidade, a PE-545, foi interditado por conta do nível elevado do Rio Pequi. No momento, técnicos do órgão aguardam a normalização do nível do rio para que as máquinas tenham condições de realizar a recuperação do desvio o mais breve possível”, frisou o DER.
 
Com relação à reconstrução da ponte sobre o Rio Pequi, o DER reforçou que está trabalhando para retomar as obras e que o edital deve ser lançado ainda em abril. Atualmente, o órgão está concluindo a readequação do projeto e esclarece que a ação já conta com a garantia plena dos recursos por parte do Governo Estadual. Após a conclusão da licitação, a obra deve ser finalizada em até quatro meses.

Por Carlos Britto
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