Blog Rômulo Lima

Para Alécio Watson, esta é a melhor campanha da equipe em doze anos de participação na competição. Ele busca o primeiro título de campeão para o Trindade.
Com o saldo de seis jogos e seis vitórias, 36 gols marcados e apenas seis gols sofridos, o Trindade foi a primeira equipe a chegar às semifinais da 19ª Copa TV Grande Rio de Futsal. A melhor campanha da competição tem à frente o técnico Alécio Watson, o Léo, conhecido pela cobrança, mas sobretudo pela motivação ao time. Para chegar à final, ele e a equipe tem como desafio, o jogo contra o Abaré, no próximo sábado (25), às 18h30.
Nesta reta final da disputa, o GloboEsporte.com apresenta a trajetória de cada um dos quatro treinadores semifinalistas. Hoje é o dia do jovem técnico do Trindade explicar um pouco do sucesso do time, que pretende chegar pela primeira vez à final da competição.
GloboEsporte.com: Como você se tornou treinador?
Alécio Watson: Quando eu tinha 18 anos fui jogar no Náutico. Nesse período machuquei o joelho e fiquei impedido de continuar no futebol. Então, para não sair do esporte, resolvi aceitar o convite que recebi dos meninos, para assumir quando o Trindade era só um time de rua e jogava na região. Ai acabei ficando como treinador. Na verdade fui o primeiro treinador do time em 2001, depois de atuar como jogador também no Trindade.
Você se inspira em algum técnico famoso para construir seu trabalho como treinador?
Na verdade eu vejo alguns vídeos e faço pesquisas na internet para tentar colocar em prática aqui, mas não com um técnico específico.
Como você avalia a campanha do seu time nesta edição da Copa TV Grande Rio?
A gente já participa da competição há doze anos e sempre almejamos esse título. Quando aconteciam as etapas regionais da Copa, nós sempre vencíamos, mas nosso objetivo sempre foi conquistar o título em Petrolina. Na realidade, a gente sempre procura a união e o bom desempenho e isso está prevalecendo em quadra. Nenhum jogador nosso ganha nada para jogar, mas eu cobro a dedicação de não faltar os treinos. O trabalho está fluindo porque temos esse diferencial, não somos só um time, somos uma família. Respeitamos a tradição de cada uma das equipes semifinalistas, mas nossa união está sendo primordial para chegar na semifinal novamente.
Como você classifica seu estilo de trabalho?
Na realidade, como somos amadores, eu procuro deixar a amizade de lado e fazer meu trabalho como treinador. Procuro dar motivação, chacoalhar o time, dizer que essa é nossa hora. Eu acho que sou um treinador mais motivador, mas cobro.
O que você acha que o time precisa para chegar à final?
Foi muito bom ganharmos todos os jogos, não pensamos que seria dessa forma, por conta da nossa realidade estrutural. Mas sobressaímos em quadra pela qualidade dos nossos jogadores.O talento do Luan, Júnior, Gilmar, o Roni que é um pivô nato, todos eles. Então a nossa expectativa é enorme de chegar à final, que é nosso sonho. Esperamos um grande jogo no sábado contra um Abaré muito forte e experiente, mas estamos trabalhando forte a marcação e esperamos melhorar mais.
Por  
Petrolina, PE

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