Blog Rômulo Lima

Um grupo de cerca de 25 pessoas, formado por representantes de organizações da sociedade civil, movimentos sociais, Ongs, sindicatos e associações realizará um estudo sobre a viabilidade econômica de três diferentes agroecossistemas da agricultura familiar do Araripe Pernambucano.
A facilitadora, Laeticia Jalil, que está apoiando a realização do estudo esclarece que a atividade tem o objetivo de ajudar a compreender a partir do território do Araripe como se dão as dinâmicas da agricultura familiar e de que modo, as organizações podem fortalecer e apoiar as famílias agricultoras em suas diferentes atividades.
“Pra gente este estudo é muito importante para que possamos compreender e qualificar as nossas ações. Qualificar as ações de assistência técnica e extensão rural; poder chegar melhor as políticas públicas. Pra gente que faz parte da Articulação Nacional de Agroecologia (ANA) é importante responder à pergunta: Por que interessa à sociedade apoiar a agroecologia? E a gente também está invertendo essa pergunta para entender como a agroecologia pode fortalecer os processos da agricultura familiar nos diversos territórios”, ressaltou Laeticia.
Para tanto, o grupo participou de uma Oficina Territorial nos últimos dias 02 e 03, na sede da ONG Caatinga em Ouricuri para receber orientações sobre a metodologia que será utilizada na conversa com as famílias. A atividade é uma realização da Articulação Nacional de Agroecologia- ANA, por meio do Projeto “Construindo agroecologia em rede” em parceria com a Ong Caatinga.
O próximo passo é a realização do estudo que está previsto para acontecer entre os dias 20 e 22 deste mês. Serão analisadas as experiências de três famílias que trabalham de formas diferentes: uma em transição agroecológica; outra que pratica a agricultura convencional e uma última que não possua terra própria e não acesse políticas e programas sociais.

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