Blog Rômulo Lima

Colisão aconteceu na BR-163, em Eldorado, região sul do estado.
Outras 24 pessoas ficaram feridas no acidente, diz delegado.
Uma criança permanece soterrada embaixo do piche (substância utilizada para preparação do asfalto) que estava em um caminhão envolvido na colisão que ocorreu na manhã desta terça-feira (11), na BR-163, em Eldorado, região sul de Mato Grosso do Sul. O delegado Claudineis Galinari, que esteve no local, disse ao G1 que ela é a sexta morte do acidente.
“O material caiu de um caminhão durante o choque dos veículos, sendo que a criança ficou embaixo da substância”, comentou o delegado. Além dela, um motorista de 43 anos e a sua filha, que estava grávida de quatro meses, morreram no acidente. Um pintor de 47 anos chegou a ser hospitalizado, mas não resistiu aos ferimentos.
Conforme o delegado, a idade da criança soterrada ainda não foi confirmada e muitas equipes trabalham para a retirada da vítima. Além disso, um motorista de 24 anos, apontado pela polícia como suspeito de "provocar o acidente", foi preso em flagrante.
“Familiares dela, que residem em Sapiranga (RS), estão ligando para saber informações da vítima. A informação inicial é que o pai e a mãe desta criança, de 33 anos, foram socorridos, porém também faleceram”, ressaltou o delegado.
Entenda o caso
O acidente ocorreu por volta das 11h (horário de MS) no quilômetro 32 da rodovia. A Polícia Civil, o Corpo de Bombeiros, perícia e o Serviço de Atendimento Médico de Urgência (Samu) realizam atendimento no local
Ao todo, de acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), o acidente teria envolvido três caminhões e cinco veículos. Segundo Galinari, foi feito um pedido para que a perícia averiguasse as condições de bloqueio na rodovia, pois pode ter contribuído para o acidente. "Uma das carretas pode não ter conseguido parar e esta seria a causa do acidente", comentou o delegado.
Conforme a concessionária da rodovia, CCR MS Via, o tráfego está interrompido no local. A princípio, algumas das vítimas seriam funcionários da concessionária, pois havia obras no local.
Graziela Rezende  
Do G1 MS

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