Blog Rômulo Lima

Homem, de 59 anos, já havia cometido estupro de vulnerável no ano de 2009.
Delegado Reginaldo Salomão foi quem registrou o caso - Foto: Bruno Henrique/Arquivo
A Polícia Civil investiga estupro de menino, de 10 anos, ocorrido por volta das 20h dessa segunda-feira (17), na casa da avó da criança, no Bairro Buriti, em Campo Grande. O autor da violência sexual tem 59 anos e seria pastor e tio-avô da criança. Ao delegado, confessou ter cometido o abuso "pela glória de Deus".
De acordo com informações do delegado Reginaldo Salomão, plantonista da Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac), da Vila Piratininga, os pais do menino tinham compromisso, por isso o deixaram aos cuidados de um primo, de 23 anos, no imóvel da avó, juntamente a outras duas crianças, moradoras na residência. No local, também estava o tio-avô do menino.
Por volta das 20h, o rapaz sentiu falta dos primos e foi procurá-los no quintal. Não os encontrou e, ao entrar novamente, viu as duas crianças, que residem no local, olhando pela fechadura de um dos quartos, agitadas.
Ao abrir a porta, flagrou a violência sexual. O primo chamou os pais, que, imediatamente, foram até à delegacia denunciar o fato.
PRISÃO -
Equipe de investigadores foram ao endereço e prenderam o abusador, que não apresentou resistência e, ao delegado, confessou ter cometido o crime. “Assumiu e relatou com detalhes como aconteceu. Disse ao menino que lhe daria uma chinelo - usado, e, em troca pediu favor sexual. Para continuar o abuso e obter a conjunção carnal prometeu que a criança poderia jogar a noite toda no videogame. O menino aceitou e o primo flagrou o ato no momento em que havia a consumação do estupro”, disse a autoridade.
Em depoimento, o pastor preferiu o silêncio e disse, apenas, que cometeu o ato "pela glória de Deus".O menino foi examinado por médico legista e constatado que havia ferimentos e sangramento no órgão genital dele, compatíveis com a violência.
O criminoso, segundo o delegado, já havia sido preso, também por estupro de vulnerável, em 2009.
O caso será encaminhado à Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA) para dar andamento ao inquérito policial. (Do Correio do Estado)

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