Blog Rômulo Lima

Substituindo Cleibson Ferreira, o treinador retorna ao Bode após cinco anos.
A missão é levar o time à primeira divisão do Campeonato Pernambucano. Desafio não intimida.
Williams Rodrigues já atuou como auxiliar técnico do Santa Cruz (Foto: Aldo Carneiro / Pernambuco Press)
Durante a carreira, o técnico de 42 anos  dirigiu equipes como o Corinthians de Caicó, Potiguar-RN, além de ter feito parte da comissão técnica do Santa Cruz de 2011 a 2013. Agora, no seu retorno ao Araripina, o treinador espera conseguir atender as expectativas e a confiança depositada pela diretoria do Bode.
– Quando a gente foi contratado, veio para tentar resolver os problemas do Bode.Viemos sabendo das dificuldades da equipe de encontrar um bom futebol, da organização, de buscar resultados. Isso é o que foi passado para mim. Mas não posso chegar aqui e falar as coisas sem saber. Tenho que primeiro analisar muitas coisas para depois, mais na frente, poder dar minha análise concreta. O importante é que o presidente já me conhece, sabe da minha filosofia de trabalho e me deu carta branca para trabalhar - afirma Williams.
E essa vontade de fazer valer a sua contratação foi notada logo na vitória do Araripina diante do Flamengo de Arcoverde, na última rodada. Pouco tempo após ser anunciado, Williams tratou de colocar sua mão na maneira de jogar da  equipe. Feliz pelo resultado, e agora com a oportunidade de conviver um pouco mais com o grupo, o comandante espera conhecer melhor as peças que tem no elenco para traçar seu padrão de jogo.
– No domingo  já cheguei na partida, reuni o grupo, conversarmos bastante, procurei organizar algumas coisas. Em termos táticos da minha visão, eu implantei, mudei algumas coisas e encaixei o time mais na parte tática e na conversa. Mudei o esquema e deu certo. Eu conheço a maioria dos jogadores. É um grupo forte, mas existem alguns atletas que não conheço. Como temos jogo de quarta-feira a domingo, não temos muito tempo. Vou conhecendo aos poucos - diz.
Sobre o campeonato e as chances do Bode, o técnico vê a competição equilibrada e acredita que sua equipe tem plenas condições de conquista.
- Se você me perguntar se tenho um grupo para subir eu vou responder que sim. Claro que tenho time para subir. Agora preciso ver como está a confiança do meu grupo. E eu estou passando essa confiança para eles. Nessa segundona eu não vejo nenhum time melhor que o outro. Vejo todos com um nível igual e os detalhes é que estão fazendo a diferença - finaliza.

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