Blog Rômulo Lima

Uma aeromoça de uma companhia do Oriente Médio faturou uma bolada, mas não foi trabalhando como comissária de bordo. A mulher, cujo nome não foi revelado, tinha um "bico": fazia sexo com passageiros dos aviões que viajava. Detalhe: durante seu expediente. Cada sessão de sexo, segundo o jornal árabe Sada, custava em média R$ 8 mil. 
As festinhas particulares no banheiro das aeronaves duraram dois anos. Faturou uma dinheirama com os dois trampos. De acordo com a publicação, a aeromoça admitiu ter transado com vários homens.
Viagens longas eram suas preferidas, pois conseguia faturar uma grana ainda maior. A desinibida conseguiu juntar cerca de R$ 4 milhões "atendendo" os homens que demonstravam interesse.
Tem mais comissária que fez sexo na cabine e deu detalhes pra lá de polêmicos! Só tem bomba...
Mandy Smith foi aeromoça de uma famosa companhia aérea por mais de dez anos. Só fazia voos internacionais. Fora do ramo há algum tempo, a ex-comissária, de Hartlepool, na Inglaterra, resolveu botar a boca no trombone e contar tudo o que rolava por trás daqueles voos noturnos e das cabines fechadas.
Mandy garante que rolou de tudo. Eram, na maioria das vezes, aventuras sexuais que aconteciam dentro e fora do avião. Durante o tempo que passou na companhia, conquistou pretendentes bilionários e fez festinhas regadas a champanhe e morangos. 
Não faltavam passageiros que davam em cima dela. Alguns abusavam mesmo. Segundo ela, chegavam a deslizar as mãos em cima de sua saia enquanto ela guardava malas nos compartimentos do corredor.
Diz que chegou a fazer sexo dentro de uma cabine. Mas os romances esporádicos extrapolavam os limites do avião. Ao desembarcar no país de origem, tinha sempre um sujeito para continuar as festinhas.
Mandy chegou a escrever um livro, chamado Cabin Fever (algo como "Febre na Cabine"). Na obra, ela narra detalhes ainda mais chocantes, impactantes e assustadores. Por exemplo: rolavam drogas e bebidas a rodo dentro do avião.
E para quem pensa que a vida era fácil e cheia de diversão, ela conta que não era bem assim: "Durante a noite, quando as luzes se apagavam e geral dormia, eu via homens, digamos, fazendo justiça com as próprias mãos. Ou seja, se masturbando".
Fonte: Do R7

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