Blog Rômulo Lima

Vítima morava em um quarto alugado na casa do suspeito. Pedreiro diz que praticou o crime porque desconfiou que a mãe estava sendo abusada sexualmente. 
 Corpo foi enterrado no quintal da casa onde o suspeito morava com a vítima (Foto: Divulgação / Polícia Civil)
Um pedreiro de 33 anos foi preso, neste domingo (4), após confessar ter matado e enterrado o corpo de um homem, de 43 anos, no quintal da casa onde mora, em Petrolina, no Sertão de Pernambuco. O crime ocorreu há cerca de nove dias e só foi descoberto porque o suspeito procurou a delegacia e comunicou o homicídio. O pedreiro disse ainda que matou a vítima porque ele teria abusado sexualmente da mãe, que é deficiente física.

Segundo informações da Polícia Civil, o assassinato ocorreu no dia 27 de maio, na Rua da Chesf, no bairro José e Maria, Zona Leste da cidade. A vítima tinha um quarto alugado na casa do suspeito. 
 Homem chamou a polícia e desenterrou o corpo da vítima (Foto: Divulgação / Polícia Civil)
“Ele alega que ocorreu durante a noite, quando chegou na residência e desconfiou que o homem estava abusando da mãe. Ela é deficiente física, não fala, não anda, vive em estado vegetativo. Os dois tiveram uma discussão e durante a briga ele pegou um pedaço de pau e deu três pauladas na cabeça da vítima. Ele ficou pensando o que fazer com o corpo e resolveu enterrar no quintal, onde tinha um buraco de um pé de mamão. Ele aumentou a cova e enterrou”, conta o delegado responsável pelo caso, Daniel Moreira.  

Na delegacia, o suspeito deu detalhes de como ocorreu o crime e não mostrou arrependimento.

“Eu sai para tomar duas cervejas com a mulher. Quando voltamos, me deparei com ele dentro do quarto [da mãe]. Minha mulher quem viu e perguntou o que ele estava fazendo. Perguntei o que ele estava fazendo lá e ele disse que tinha escutado um barulho. Eu disse que não era para ele está dentro da minha casa. Ai eu fui lá, dei três pauladas e matei. Se ele estivesse vivo eu fazia de novo, fazia a mesma coisa”, declarou o suspeito.

Uma equipe da força tarefa de homicídios foi até a residência indicada, junto com equipes do Instituto de Criminalística (IC) e do Instituto de Medicina Legal (IML).

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