Blog Rômulo Lima

Os Bombeiros sinalizaram o locais para resguardar a segurança da população. A rodoviária tem administração da Empresa Pernambucana de Transporte Intermunicipal. 
Rachaduras estão presentes no teto da rodoviária de Araripina — Foto: Divulgação/ Corpo de Bombeiros
Por conta da presença de infiltrações e de problemas no escoamento de água das chuvas no teto, o Terminal Rodoviário de Araripina, no Sertão de Pernambuco, passou por uma vistoria do Corpo de Bombeiros. Uma ação preventiva foi realizada na quarta-feira (5) e foram sinalizados alguns pontos mais comprometidos pelas chuvas para resguardar a segurança da população, até uma devida avaliação técnica. A rodoviária, que tem administração da Empresa Pernambucana de Transporte Intermunicipal (EPTI), ainda encontra-se em funcionamento.

Segundo o comandante do 10º Grupamento de Bombeiros de Araripina, o Capitão Abinael Tinoco, não cabe ao Corpo de Bombeiros fazer a interdição do local. "Nós apenas isolamos o local com uma fita zebrada, para indicar que existe um risco. No local, tem rachaduras, infiltrações e tem chovido um pouco mais do que normal. E fizemos um contato com a prefeitura para ir lá com o engenheiro para que ele dê um laudo", esclareceu.
Aréa vistoriada pelo Corpo de Bombeiros na Rodoviária de Araripina — Foto: Reprodução/ Corpo de Bombeiros
Em nota, a Prefeitura de Araripina esclareceu que a pedido do Corpo de Bombeiros enviou nesta quinta-feira (6) dois engenheiros civis para realizar a vistoria no terminal rodoviário, que é administrado pela EPTI, órgão ligado ao Governo do Estado de Pernambuco, e que foi isolado devido a "real situação de perigo colocando vidas em risco". A prefeitura disse ainda que fará a devida vistoria. Entretanto, a ordem de interdição não cabe ao município, pois trata-se de um prédio que pertence e é administrado pelo Governo do Estado.

O G1 entrou em contato com a Empresa Pernambucana de Transporte Intermunicipal (EPTI) para saber quais serão as medidas adotadas em relação ao Terminal Rodoviário de Araripina, mas ainda não houve resposta. 

 Por Juliane Peixinho, G1 Petrolina 

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