Blog Rômulo Lima

A Prefeitura de Bodocó, através da Secretaria Municipal de Educação, efetuou nesta quinta-feira (23) o pagamento de mais um débito deixado pela gestão anterior. 

Desta vez, trata-se do pagamento dos salários de dezembro dos servidores da Educação, referente aos 40% do Fundeb. 
O pagamento contempla: zeladores, vigilantes, merendeiras e auxiliares administrativos e já está disponível na conta dos servidores. 

O prefeito Túlio Alves está se esforçando para cumprir compromissos e deveres, até mesmo os que não são referentes à nova administração. “Nós estamos honrando nosso compromisso e não permitiremos que os servidores continuem a sofrer as consequências de uma administração desastrosa. Estamos nos empenhando ao máximo para consertar os erros praticados pela gestão passada e equilibrar financeiramente nosso município.” 

Assessoria de Comunicação | Prefeitura de Bodocó

Em meio a cactus e arbustos, contam-se ao menos trinta esqueletos de vacas, burros e cabras.
Ainda que a seca acompanhe a história desta região castigada, a memória coletiva não registra outra seca pior ou mais longa que a atual. Foto: Fernando Frazão/ Agência Brasil 
O crânio de uma vaca jaz exposto sob o sol escaldante do sertão. Ao seu lado, um bezerro se decompõe encostado em um arbusto ressecado. É a imagem da desolação no nordeste do Brasil, que vive sua pior seca em um século.

É neste local empoeirado que pecuaristas do semiárido cearense deixam seus animais mortos. Em meio a cactus e arbustos, contam-se ao menos trinta esqueletos de vacas, burros e cabras.

"A maioria dos animais morreu de sede ou porque o alimento não foi suficiente. Infelizmente, essa é a realidade, é o resultado destes cinco anos de seca", conta à AFP Kerginaldo Pereira, um agricultor de 30 anos, que deixou uma de suas vacas e vendeu três bezerros e dez ovelhas "esqueléticas" porque não conseguia mantê-las.

Ainda que a seca acompanhe a história desta região castigada, a memória coletiva não registra outra seca pior ou mais longa que a atual.

A explicação dada pelos climatologistas é que uma série de fatores combinaram-se perversamente: a predominância do fenômeno El Niño no Pacífico, o aquecimento do Atlântico Norte e as mudanças climáticas, que no Ceará se traduziram em aquecimento de 1,3º nos últimos 50 anos.

Desde 2012, praticamente não chove no sertão. Prova disso é que quilômetros de sua vegetação - a caatinga - está desmatada e escura, como se tivesse acontecido um grande incêndio.

Os rios e açudes que abasteciam as populações rurais não estão em situação melhor. As autoridades consideram que as represas trabalham com 6% de sua capacidade, mas algumas literalmente evaporaram.

A dramática situação traz, muitas vezes, uma difícil escolha para os moradores da região: conseguir água para os animais ou para as pessoas.

E, com muita dor, Kerginaldo e as 70 famílias do remoto assentamento de Nova Canaã, polo leiteiro de Quixeramobim, foram enterrando vacas enquanto procuram alternativas para sobreviver.

Dependentes de ajuda
Atividades cotidianas como fazer a higiene pessoal, lavar roupa ou, inclusive, beber água se tornaram um luxo no sertão, que se estende por oito estados do país.

Dos 25 milhões de habitantes, pelo menos três milhões sofrem com o desabastecimento total de água, um milhão deles no Ceará, segundo cifras do governo deste estado.

Distante da recomendação da Organização Mundial de Saúde - que considera necessário 100 litros de água ao dia por pessoa - a água chega a conta-gotas nestas comunidades ligadas por estradas de terra como Nova Canaã, onde as torneiras já são decorativas.

Desde que a seca se intensificou, o governo começou a levar água gratuitamente para estes locais em caminhões-pipa, estimando um consumo de apenas 20 litros diários por pessoa.

Como esta água acaba rápido, os vizinhos se organizam para pagar eles próprios os caros caminhões-pipa, ir com seus burros até poços públicos onde as filas demoram horas ou cavar seus próprios poços em casa para conseguir uma água tão salobra que nem os animais querem beber.

Porém, em outras tantas vezes, também compram água mineral em galões.

Isso representa uma fortuna para famílias que, com o gado morto ou raquítico e seus pequenos cultivos de feijão e milho secos, sobrevivem da ajuda do governo.

A única renda vem do Bolsa Família - que temem ver reduzida pelos ajustes do governo de Michel Temer - e uma modesta ajuda para cultivos perdidos nos meses mais secos do ano. Uma família ganha, dessa forma, 420 reais. Um caminhão-pipa custa 150 reais.

"Um ano (de seca) a gente superava tranquilo, porque os açudes tinham muita água guardada, mas agora a cada dia estamos economizando mais", resume Clara Carneiro, uma pecuarista de 67 anos, que economiza durante o banho e reutiliza a água ao lavar a louça e limpar o chão para manter vivas suas duas vacas, que bebem cerca de 100 litros por dia.

Entre a 'Lava Jato' e o esquecimento
Se a meteorologia não foi generosa com o sertão, tampouco tem sido o clima político e econômico do Brasil.

Em meio a uma profunda recessão, os fundos federais para lidar com a seca atrasaram e o megaescândalo de corrupção entre o governo e diversas empreiteiras, investigadas na Operação 'Lava Jato', paralisou as obras da esperada e polêmica transposição do Rio São Francisco em seu trecho até o Ceará.

"Não tenho dúvidas que mudanças políticas bruscas e a crise econômica agravam o problema de uma crise hídrica", afirma o ministro de Recursos Hídricos do Ceará, Francisco Teixeira.

Com previsões pouco alentadoras para 2017, ano em que são esperadas chuvas mas não o suficiente para reabastecer os açudes, nas comunidades de Quixeramobim muitos só confiam em Deus.

"Temos que rezar porque os políticos, depois das eleições, se esquecem de nós", diz Sebastião Batista, um agricultor de 66 anos, enquanto olha desconfiado para o céu.


Por: AFP - Agence France-Presse
Diario de Pernambuco 

O prefeito de Bodocó, Túlio Alves, reuniu-se nesta segunda-feira (20), em Recife, com o diretor de Relações Governamentais e Institucionais da Tim Nordeste, Felipe Leão e com a deputada estadual Socorro Pimentel.

O prefeito reivindicou à operadora uma urgentemente melhoria na cobertura do sinal, bem como a implantação da tecnologia 3G no município. Na oportunidade, Felipe Leão, garantiu ao prefeito a resolução do problema, além da instalação da tecnologia 3G até o dia 31 de julho deste ano.
A deputada Socorro Pimentel reforçou a solicitação do prefeito através de uma Indicação à Mesa na Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe).

“Saímos confiantes de que o problema será solucionado em breve como garantiu o diretor Felipe Leão. A população de Bodocó não pode mais sofrer as consequências dessa deficiência da companhia telefônica”, afirmou o prefeito Túlio Alves.

Assessoria de Comunicação | Prefeitura de Bodocó

Expectativa de redução do valor do frete não virou realidade. Por causa da crise financeira, fábricas fecharam portas na região de Araripina, no Sertão do estado.
 Polo gesseiro de Araripina enfrenta problemas com transporte; ferrovia Transnordestina poderia auxiliar escoar a produção (Foto: Wagner Sarmento/TV Globo)
Maior produtor de gesso do Brasil, responsável por mais de 90% da produção nacional, o polo gesseiro de Araripina, que fica no sertão de Pernambuco e abrange cinco municípios, vislumbrou na ferrovia Transnordestina uma chance de ouro. A ferrovia não veio, fábricas fecharam as portas e muitas sobrevivem sob o manto da ilegalidade.

(O G1 publica uma série de cinco reportagens sobre as obras de ferrovia Transnordestina, que corta os estados de Pernambuco, Ceará e Piauí. A primeira mostra que, inciadas em 2006, obras ainda não foram concluídas e seguem sem prazo. A segunda, traz o retrato das famílias desapropriadas.)

A redução no frete, que hoje custa de duas a quatro vezes mais do que a matéria-prima, ampliaria a competitividade das empresas pernambucanas no mercado brasileiro e internacional. No pico da obra, em 2010, dezenas de novas empresas foram criadas. Muitas fecharam.

A região tem 39 minas de gipsita, minério do qual é feito o gesso. Em apenas uma dessas minas, há gipsita suficiente para pelo menos 200 anos de exploração. São mais de 700 indústrias de pré-moldados e 140 calcinadoras, fábricas que transformam a pedra em pó.

Mais de 13 mil pessoas vivem diretamente do gesso. Mas nem toda matemática favorece o polo gesseiro. Uma tonelada de gipsita custa em média R$ 22. A mesma medida do gesso em pó vale R$ 150. “O frete rodoviário chega a custar R$ 200 por tonelada”, salienta o empresário Josias Inojosa Filho, ex-presidente do Sindicato da Indústria do Gesso (Sindusgesso).  
 Polo gesseiro de Araripina emprega cerca de 13 mil pessoas (Foto: Wagner Sarmento/TV Globo)
Os números também explicam os benefícios que a Transnordestina poderia trazer. Para se ter ideia, um vagão transporta em torno de 100 toneladas, em média cinco vezes mais que um caminhão. Cada locomotiva leva cerca de 20 vagões. Além de aumentar a capacidade de escoamento, o frete ferroviário custa um terço do rodoviário. 

“O frete é um fator limitante, sobretudo quando se fala em mercado internacional e competitividade. As grandes empresas do Sudeste e Centro-oeste do Brasil preferem importar a gipsita da Espanha do que comprar da gente. Ou seja, um produto que vem de navio do outro lado do mundo sai mais barato que o vendido aqui. A Transnordestina ajudaria a mudar esse cenário”, avalia Inojosa. 

O caminhoneiro Luciano Jesus da Silva é exemplo do quanto o frete rodoviário dificulta a economia. A bordo de um caminhão de 52 toneladas, esperava o veículo ser carregado com gesso para levar o produto até Canoas, no Rio Grande do Sul, uma viagem de mais de 3,5 mil quilômetros, que duraria cerca de uma semana. 

“A viagem é longa e cansativa, as estradas são ruins e, se um pneu fura, complica tudo. A gente trabalha com uma margem mínima de lucro”, pondera.
 Expectativa dos empresários do polo gesseiro é de que ferrovia pudesse diminuir custo do transporte (Foto: Wagner Sarmento/TV Globo)
A gipsita, tratada como o ouro branco do Araripe, tem potencial de utilização variado. Pode ser usada em áreas como agricultura, construção civil, indústria automotiva, medicina e odontologia. Foi o que fez Josias Inojosa Filho. Sua empresa passou a ramificar a produção, oferecendo produtos mais lucrativos como o gesso dental, cuja tonelada custa R$ 16 mil, e uma massa corrida de gesso, que promete vantagens em relação à tradicional. Ainda assim, os efeitos da crise no polo gesseiro são sentidos: a fábrica, que tinha mais de 200 funcionários, agora conta com 117.

Quem não consegue aumentar o valor agregado para competir sofre consequências ainda mais dramáticas. Fábricas fechadas e abandonadas são um cenário comum em Araripina. Gente que sempre viveu do gesso perdeu o emprego e buscou alternativas de sobrevivência. Demitido de uma indústria há quatro meses, Genilson Abreu fez de seu casebre uma pequena fábrica. Trabalha sozinho no local e produz, por dia, 200 placas de gesso. Comercializa cada uma por R$ 1,20, preço mais em conta que o oferecido por empresas maiores.

“Carteira assinada é sempre melhor porque é garantido, mas hoje em dia está feio. Como eu sabia fazer, vou fazendo devagarzinho por aqui”, comenta ele, que consegue tirar em torno de R$ 1,8 mil mensalmente.

A presidente do Sindusgesso, Maria Ceissa Costa, critica a informalidade, vista como outro fator que prejudica a competitividade. “São muitas as empresas que atuam de maneira ilegal. A gente vem batendo nisso, pedindo ao governo estadual para que haja um controle maior, mas eles dizem que é difícil”, diz.
Produção agrícola poderia dobrar com o transporte via ferrovia, segundo produtores no Piauí (Foto: Wagner Sarmento/TV Globo) 
Produção de grãos
Um dos principais benefícios prometidos pela Transnordestina seria facilitar o escoamento de grãos da região conhecida como Matopiba, que é reputada como a nova fronteira agrícola do país e inclui os estados de Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia. Hoje, a produção esbarra no alto custo do transporte rodoviário, três vezes mais caro que o ferroviário, e no desperdício médio de 2% da carga a cada viagem de caminhão. Produtores do Piauí são categóricos: com a Transnordestina em operação, é possível dobrar a produção de soja e milho na região

O Matopiba já é responsável por quase 10% da produção nacional de grãos e cresce a uma média de 20% por ano, embora o último ano tenha sido de queda por causa da falta de chuva. Na safra passada, o Matopiba produziu mais de 12 milhões de toneladas de grãos. Para a safra deste ano, a expectativa é atingir a cifra recorde de 19 milhões de toneladas. Hoje, são 73 milhões de hectares de área plantada. Segundo a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), essa área pode ser aumentada em até um terço.

O crescimento do setor, porém, fica limitado pela dificuldade no escoamento. Um exemplo clássico dessa realidade é a região produtora do cerrado piauiense, composta por 12 municípios. A soja produzida lá precisa enfrentar mais de mil quilômetros de estradas, algumas esburacadas, outras sem asfalto, para chegar ao porto de Itaqui, o terminal de grãos do Maranhão, e de lá ser distribuída país afora.
 Invés de enfrentar estradas esburacadas, carga de grãos poderia ser escoada pela ferrovia Transnordestina (Foto: Wagner Sarmento/TV Globo)
“O transporte rodoviário é mais caro, mais lento, menos eficiente e tem mais desperdício”, resume o presidente do Sindicato dos Produtores de Soja de Bom Jesus, Abel Pieta. Segundo ele, o Piauí tem mais de 500 produtores de soja.

A Transnordestina nasceria para desatar esse nó e desenvolver a região. Bom Jesus fica a 200 quilômetros do porto seco de Eliseu Martins (PI) e, de lá, a soja, o milho e o algodão seguiriam pelos trilhos até os portos de Pecém (CE) e Suape (PE), para serem distribuídos de navio para o restante do Brasil.

“Toda a cadeia produtiva depende de uma logística eficiente. O reflexo no escoamento seria gigante para nós. A gente traria insumo mais barato, produziria mais e aumentaria nossa competitividade. Nossa região tem todo um potencial a ser explorado, mas o governo não melhora a infraestrutura e nos impede de crescer. Estamos rezando para a ferrovia sair do papel”, pondera o engenheiro agrônomo Rafael Maschio, diretor executivo da Associação dos Produtores de Soja (Aprosoja) em Bom Jesus e região.
 Mapa mostra o que já foi executado da Transnordestina (Foto: Arte/G1)

Por Wagner Sarmento, TV Globo

Interessados devem se cadastrar até a sexta-feira, 3 de março, pela internet. Há oportunidades em 24 áreas nas modalidades Subsequente, Educação a Distância e Profuncionário.
 Há vagas para aulas de informática (Foto: Adonias Silva/G1)
A Secretaria de Educação de Pernambuco dá início, nesta segunda-feira (20), ao processo de inscrição para o preenchimento de 14.095 vagas em 24 cursos técnicos nas modalidades Subsequente, Educação a Distância (EAD) e Profuncionário. Há oportunidades em todas as regiões de Pernambuco. 

Os interessados devem consultar o edital e realizar as inscrições pelo site, até a sexta-feira, 3 de março. As provas devem ser realizadas online, de 6 a 10 do mesmo mês, e o resultado final será divulgado no dia 17. 

Na modalidade EAD, estão sendo disponibilizadas 9.260 vagas. Os interessados nas aulas do curso Subsequente, destinadas aos estudantes concluintes do Ensino Médio, são 4.095 oportunidades. 

Na modalidade Profuncionário, que contempla servidores do quadro administrativo de escolas públicas estaduais, a disponibilidade é de 740 vagas. As matrículas dos classificados acontecem de 20 a 24 de março. 

Os cursos oferecidos são: administração (EAD e Presencial), análises clínicas (presencial), biblioteconomia (EAD), comércio (presencial), comunicação visual (presencial), desenvolvimento de sistemas (EAD e presencial), design de interiores (EAD), edificações (presencial), eletrotécnica (presencial), enfermagem (presencial), eventos (presencial), informática (presencial), logística (EAD e presencial), manutenção e suporte de informática (presencial), mecânica (presencial), mecatrônica (presencial), multimeios didáticos (EAD), prótese dentária (presencial), química (presencial), recursos humanos (EAD), redes de computadores (presencial), saúde bucal (presencial), secretaria escolar (EAD), segurança do trabalho (EAD e presencial). 

No Estado, 66 escolas em 53 municípios oferecerão os cursos técnicos. Para mais informações, os interessados podem ligar para os números: (81) 3183-9862 ou (81) 3183-9866. 

Municípios que oferecerão os cursos: 

Região Metropolitana do Recife/Fernando de Noronha (19 escolas) 

Cabo de Santo Agostinho, Camaragibe, Escada, Fernando de Noronha, Ipojuca, Itapissuma, Jaboatão Dos Guararapes, Olinda, Paulista, Recife. 

Zona da Mata (9 escolas) 

Carpina, Goiana, Limoeiro, Nazaré da Mata, Palmares, Paudalho, São Lourenço da Mata, Timbaúba e Vitória de Santo Antão. 

Sertão (21 escolas) 

Afogados da Ingazeira, Araripina, Arcoverde, Cabrobó, Carnaíba, Dormentes, Exu, Floresta, Ibimirim, Itacuruba, Jatobá, Ouricuri, Petrolina, Salgueiro, São José do Belmonte, São José do Egito, Serra Talhada, Sertânia e Tabira. 

Agreste (17 escolas) 

Águas Belas, Belo Jardim, Bezerros, Buíque, Bom Conselho, Bom Jardim, Bonito, Caruaru, Garanhuns, Gravatá, Lajedo, Pesqueira, Santa Cruz do Capibaribe, São Bento do Una e Surubim.

Por G1 PE

O prefeito de Trindade (PE), no Sertão do Araripe, Dr.Everton Costa, anunciou nesta segunda-feira, 20, o cancelamento do Carnaval do município. O gestor argumentou estar seguindo a recomendação do Ministério Público de Pernambuco (MPPE), o qual orientou prefeitos que estão com pendências como o de pagamento de servidores neste início de governo a suspender os Festejos de Momo para colocar as contas em dia.
“Por recomendação do MPPE, tomamos a decisão de cancelar o Carnaval deste ano para que os salários atrasados fossem pagos e ainda poder realizar ações que possam garantir a saúde e o bem estar das pessoas da nossa cidade”, frisou. 

Dr. Everton afirmou que a decisão não foi fácil e não é bem vista, sobretudo pela população mais jovem. “No entanto, que eles também devem reconhecer que com os salários em dia dos servidores municipais o comércio será assistido, as contas serão pagas e assim todos ganham com a circulação de dinheiro na economia municipal“, ponderou. 

Fonte: Blog Carlos Britto | Foto: Ascom
Tecnologia do Blogger.